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Foto por: Autor desconhecido. |
Escorre
solto, sem escopo.
Acorrenta
lento, sem lamento.
Grita
alto, sem o claustro.
Aquele
tempo de desgosto,
Foi-se
o tempo sem acalento.
E
agora vibra após o salto.
Deslumbrante
como o colo da penugem
Atrai
aos prantos, o sorriso do compasso.
Formosa
face que em seu leito surge
Reconstruindo
o prazer pelo abraço.
Encanta
e canta, com seu encanto doce.
És
tão uva que até o silencio brilha
Que
um afável cortejo de tu fosse
O
maior sorriso que em rosto grita
O
fulgor inebria...
Suas
mãos acariciam.
No
calor o corpo sabia...
Que
de saudade pereciam.
...
Não chora criança leve...
...
Não sofra menina linda...
A
lágrima, que seu rosto entregue.
E
o sofrimento, que se afogue em sina.
Ass:
Fabrício Pazelli.
15/04/2015
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